Painel: Votou contra

Edson Bovo ocupou a Tribuna na sessão do dia 19. Foto: Reprodução YouTube/TV Câmara

Aprovaram
Atendendo a convocação da presidente da Câmara, vereadora Danutta Rosseto, os vereadores aprovaram na segunda-feira, dia 15, durante sessão extraordinária, o projeto de lei que que homologa o Plano de Custeio do Regime Próprio de Previdência Social (FUPREBEN), fixando as alíquotas de contribuição dos servidores ativos, inativos e pensionistas e dos entes da Administração Direta e Indireta da prefeitura municipal.

Votou contra
Dos vereadores presentes, somente o vereador Celso Itaroti (PSD) votou contra os demais, que votaram todos favoráveis. Não compareceram na votação os vereadores Magalhães (PL), Gordo e Bertoleti. O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Edson Bovo, fez uso da palavra para explicar aos vereadores a necessidade do projeto ser aprovado.

Foi rejeitado anteriormente
O mesmo projeto de autoria do prefeito Amarildo, foi rejeitado pela Câmara Municipal na sessão extraordinária realizada no dia 12 de junho. Na ocasião votaram contra o projeto os vereadores Celso Itaroti (PSD), Gláucio Santa Maria Gusman (Solidariedade), Magalhães (PL), Célio Santa Maria (PSD), Bertoleti (Cidadania) e a favor os vereadores Paulinho da Prefeitura (Podemos) e Serginho da Farmácia (Cidadania). Faltaram à sessão, os vereadores Fernando Corretor (Republicanos), Canarinho (Cidadania), Guilherme Nicolau (MDB), Parafuso (PSD) e Maicon Canato (Republicanos).

Importante
Sobre a importância da aprovação do projeto, explicou o prefeito aos vereadores na sua justificativa, que a aprovação do documento é requisito obrigatório para que o FUPREBEN fique regular em relação ao Certificado de Regularidade Previdenciária – CRP, sem o qual a prefeitura não poderia receber convênios, assinar operação de créditos e receber transferências voluntárias da União.

Houve até Fake News nas redes
Na época, a votação do projeto foi contaminada também por fake news que circularam nas redes sociais, principalmente nos grupos de WhatsApp dos servidores municipais, com mentiras dizendo que a contribuição passaria para 16% e quem recebesse o salário mínimo, hoje em torno de R$ 1.412,00, passaria a receber R$ 1.186,00. “Isso é mentira, não haverá nenhuma mudança salarial”, afirmou Edson Bovo na ocasião.

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